quinta-feira, 18 de março de 2010

Cine-teatro - 23 de maio José eduardo Martins - Canto de Amor e Morte versão de piano

Em Maio próximo, o pianista e musicólogo brasileiro José Eduardo Martins estará na Bélgica Flamenga a gravar dois CDs contendo obras de Fernando Lopes-Graça - "Cosmorame" que apresentou em Tomar no ano transacto, "Canto de Amor e de Morte" e "Músicas Fúnebres". Sendo um dos mais importantes intérpretes do repertório pianistico português, aproveitará esta sua viagem à Europa para nova pequena tournée por Portugal tendo tido a amabilidade de incluir a terra-natal do compositor Fernando Lopes-Graça.
Nesta sua nova gravação destaca-se o Canto de Amor e de Morte, que na "Tábua Póstuma da obra musical de Lopes-Graça" iniciada pelo compositor, concluída e acrescentada por Romeu Pinto da Silva (Caminho; 2009) é o opus 140 com direito à seguinte nota:
“começou por ser uma peça para piano solo que o compositor decidiu inutilizar, logo após a conclusão da versão de câmara, com o intuito de impedir a sua execução futura. Mas, talvez por esquecimento, não consumou a destruição da partitura que foi encontrada intacta em 1994 pelo próprio Lopes-Graça(…). Em 1962 o compositor viria a produzir uma terceira versão de Canto de amor e de morte, desta vez para grande orquestra, que considerou, não como uma orquestração da anterior versão de câmara, mas como uma nova obra (opus 151)".
O Canto de Amor e Morte com o autógrafo Lisboa, 1961, é uma obra chave e charneira na carreira do compositor. Por um lado, porque 1961 é o ano da morte de seu pai, facto que provocou no compositor uma depressão reactiva. Lopes Graça acabaria por ser internado na clínica “Dr. Henrique Moutinho”, onde se submeteu a um tratamento de intenso repouso, sem visitas, antes de um período de convalescença em Mafra, na casa de seu irmão José.
Por outro lado, porque "Canto de amor e de morte" é no dizer de Jorge Peixinho (AEFD, 1966) “a obra mais consequente e coerente na relação entre os diversos níveis de organização que a música portuguesa, com toda a sua verosimilhança, terá alguma vez logrado.”
È nesta dialéctica de factores artísticos, técnicos e afectivos que é gerado o "Canto de amor e morte”, obra onde o diatonismo e o cromatismo da linguagem musical do compositor tomarense são resolvidos no âmbito de um ainda contexto tonal levado às suas últimas consequências.
Em Junho de 2009, Romeu Pinto da Silva enviou uma cópia do manuscrito do "Canto de amor e morte" a José Eduardo Martins, solicitando-lhe que fizesse a sua análise e apreciação. Pelo estudo comparado com as duas outras versões (de câmara e de orquestra), José Eduardo Martins comprovou que, não só a obra está completa, como na sua opinião – "estamos diante de uma das mais importantes criações para piano da segunda metade do século XX num plano mundial".
José Eduardo Martins, neste concerto, guarda-nos uma outra primeira audição de Lopes-Graça: A integral das músicas fúnebres (opus 225), escritas entre 1981 e 1991,com a particularidade de a última (número 9) ser “Um saudoso adeus distante para Louis Saguer”, compositor e amigo de Lopes-Graça (que dirigiu o Coro da Academia de Amadores de Música durante a doença de Lopes-Graça, em 1961) e que foi tão só o professor de José Eduardo Martins, em Paris, precisamente por indicação de Lopes-Graça.
São estas algumas das obras que Tomar terá a honra de ouvir, na interpretação de uma dos maiores defensores e intérpretes não só de Lopes-Graça, como do próprio repertório pianistico português…E isto uma semana depois de terminado o V Concurso Lopes-Graça – Disciplina de Piano.
António de Sousa

quinta-feira, 11 de março de 2010

Um Piano para esta Casa-Memória

Um pequeno piano, de acordo com a casa onde nasceu o compositor tomarense, acaba de ser adquirido pela Câmara Municipal de Tomar, para enriquecimento deste espaço memorial e sobretudo, para permitir uma diversificação das actividades que aqui se venham a desenvolver. O Piano foi, não só o instrumento musical de Lopes-Graça, como a ferramenta privilegiada no seu trabalho de compositor. Mais do que uma peça de mobiliário, este piano será factor de enriquecimento nas actividades de divulgação e evocação da vida e da obra do compositor,que aqui se realizam com regularidade.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

A Fotografia oficial do quinteto

A Divina Arte em tempo de mudança

Continua aberta esta primeira exposição de abordagem dá vida musical tomarense e respectiva interacção com o período de formação de Fernando Lopes-Graça.

O QUINTETO DO SALÃO- PARAÍSO
Primeira actividades musical remunerada

Em 1920, ainda com catorze anos de idade, Lopes-Graça integra o Quinteto do Salão Paraíso, agrupamento cuja vocação e função era o acompanhamento de filmes mudos, as Fitas de Arte, ali exibidas semanalmente, filmes que vinham de Lisboa numa caixa, mas sem partituras. Por essa razão foi preciso formar um agrupamento, com contrato com a empresa proprietária do Salão Paraíso, cuja função era a de garantirem um fundo sonoro para os filmes mudos ali exibidos com regularidade, para além de acompanharem artistas de variedades e abrilhantarem festas, sempre que necessário.
Este Quinteto do Salão Paraíso foi formado por músicos oriundos da Sociedade Banda Republicana Marcial Nabantina. Tal agrupamento era constituído pelo 1º violinista, Adolfo Prazeres, músico militar mas na reforma e leader do grupo (que iria para a Madeira em 1923), um 2º violino, Lúcio Aivado (um dos vários irmãos Aivados que tocaram na Nabantina....), pintor de profissão, um violoncelo, Mário de Aguiar, Maestro da Banda Nabantina e músico militar de profissão, um contrabaixo, Justino da Costa Graça, músico amador que participou na Orquestra Sinfónica Tomarense aos quais, finalmente, se juntou o ainda jovem Fernando Lopes da Graça, então aluno da D.Rita.
Os outros elementos do quinteto eram bastante mais velhos que Fernando Lopes... Chefes de família, na casa dos quarenta e cinquenta anos de idade e mais (como o caso do Prazeres...).
Com esta actividade no Quinteto, Fernando Lopes da Graça, ganha os seus primeiros ordenados que lhe permitirão, não só contribuir para pagar as suas lições de piano mas, inclusive, comprar uma grande corrente de ouro que exibe na fotografia que o próprio Quinteto tirou para sua publicidade própria.
A música executada pelo quinteto era essencialmente constituída por espécimes do repertório vulgar então mais em voga, sendo a escolha e selecção do mesmo da responsabilidade do chefe do grupo, o Adolfo Prazeres. Neste repertório, vulgar e quase que ligeiro devem-se incluir alguns trechos de ópera mais conhecidos, como Verdi, Rossini e Puccini, por exemplo. Era a Lopes-Graça que se requeriam e confiavam os arranjos necessários para esta formação.
Terão sido estes os seus primeiros trabalhos na área da composição (depoimento:92).
Depois da dissolução deste quinteto Fernando Lopes-Graça foi então convidado a continuar como pianista a solo, privativo daquela sala de espectáculos. Lopes-Graça aproveitou a oportunidade para introduzir um repertório progressivamente mais elaborado e modernista, onde incluiu obras de Claude Debussy ou dos compositores Russos de final de século XIX.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Concurso de Piano Lopes-Graça -14,15 e 16 de Maio

Fruto do entusiasmo de Olga Prats e da Associação Canto-Firme de Tomar, através da sua Escola de Música, desde 1999 que, de dois em dois anos, se realizam os Concursos de Piano Lopes-Graça. A sua realização passou por grandes dificuldades que só o empenho de pianistas como Miguel Henriques e Fausto Neves para além, obviamente, de Olga Prats, permitiram a sua sobrevivência. Através da elaboração de um Protocolo entre a Escola de Música Canto-Firme e a Casa Memória Lopes-Graça ficou estabelecido que a organização deste Concurso passasse para a Cãmara Muncipal de Tomar através da Casa Memória Lopes-Graça, com apoio técnico e logístico da Escola de Música Canto-Firme. Pretende-se com esta medida melhorar as condições de organização e garantir não só a periodicidade do concurso como o tempo de maturação e reflexão necessária à sua evolução. A edição de 2010 será a primeira edição organizada nestas novas condições e espera-se que a mesma possa corresponder às novas espectativas criadas.

Casa memória organiza concurso de piano

PROJECTO PARA O CONCURSO LOPES-GRAÇA
- DISCIPLINA DE PIANO - 2010
Tomar, 14, 15 e 16 de Maio


1. Objectivos Gerais do Concurso

• Incentivar alunos e professores da Rede Nacional de Ensino Artístico, para a prática do repertório para piano de Fernando Lopes - Graça;

• Incentivar professores e alunos da Rede Nacional de Ensino Artístico, para a pesquisa e estudo de obras de compositores portugueses;

• Evocar Lopes - Graça na sua cidade natal.

2. Participantes

Alunos do Ensino Vocacional Especializado, Técnico-Artístico e Ensino Superior de Piano.

Nível Básico – Escalão A – Alunos dos 10 aos 11 anos
Escalão B – Alunos dos 12 aos 14 anos

Nível Médio – Alunos com frequência do 5º ao 8º Grau do Ensino Vocacional
Especializado ou do 9º ao 12º ano do Ensino Técnico-Artístico.

Nível Superior – Frequência do Curso Superior de Piano

3.Programa a apresentar

I.Nível Básico A

Eliminatória

J.S. Bach- (Ed, Urtext )- Uma obra a escolher entre:
O Livro de Ana Magdalena Bach, 23 Peças Fáceis, Pequenos Prelúdios e Fugas.


F.Lopes-Graça – uma ou mais obras a escolher entre:
O Livro das Crianças-
Álbum do Jovem Pianista : Prelúdio, Coral, Rondel, Acalanto , Folha de Álbum, , Cantiga de Roda, Bailata, Melodia Distante,.


Final

Sonatina completa
Compositores Portugueses: uma ou mais obras da listagem que perfaçam até 13 minutos
I.Nível Básico B

Eliminatória

J.S. Bach- (Ed, Urtext )- Uma obra a escolher entre:
Invenção a duas vozes ou tres vozes.


F.Lopes-Graça – uma ou mais obras a escolher entre:
Álbum do Jovem Pianista : Repouso, Exercício de Harmonia, Pequeno Passeio Matinal, Canção sem Palavras, Chula, As Terceirinhas do Padre Inácio, Canto de Alva, Canto dos Pequenos Pedintes p’los Santos, Alla Bartók, Espanholita .

Danças Breves : I , II e IV


Final

Sonata completa
Compositores Portugueses: uma ou mais obras da listagem que perfaçam até 13 minutos.



II. Nível Médio

Eliminatória

J.S. Bach (Ed. Urtext) - 1 Invenção a três vozes ou 1 Prelúdio e Fuga do “Cravo Bem Temperado” (1º e 2º Caderno)

F. Lopes-Graça – uma obra a escolher entre:
• Álbum do Jovem Pianista: Chula, As Terceirinhas do Padre Inácio e Canto de Alva (as três constituem uma obra).
• Canto dos Pequenos Pedintes p’los Santos, Alla Bartok e A Espanholita (as três constituem uma obra).
• Passo Trocado, Pequena Contenda em forma de Tocata e Jornada Gloriosa (as três constituem uma obra)
• Três Epitáfios
• Danças Breves: III, V, VII, VIII , IX
• Suite nº 1 em homenagem a Bartok
• Suite nº 2 em homenagem a Bartok
• Suite nº 3 em homenagem a Bartok
• Ao fio dos anos e das horas 1, 3, 14 (as três constituem uma obra)
• Glosas sobre Canções Tradicionais Portuguesas nº 1, 7, 9 (as três constituem uma obra)
• Sonatina Recuperada nº1
• Sonatina Recuperada nº2
• Três Velhos Fandangos Portugueses
• Cinco Nocturnos
Final

Sonata completa (Ed. Peters) – Haydn, Mozart ou Beethoven

Compositores Portugueses: uma ou mais obras da listagem que perfaçam até 15 minutos.


III. Nível Superior

Eliminatória:

J.S.Bach- (Ed. Urtext) -Uma obra a escolher entre:
Prelúdios e Fugas do Cravo Bem Temperado( 1º e 2º Caderno), Suite Inglesas, Partitas, Suites Francesas, Toccatas, Concerto Italiano, Fantasia Cromatica e Fuga..

F.Lopes-Graça: uma obra a escolher entre:
Preludio Canção e Dança
Glosas sobre Canções Tradicionais Portuguesas nº3,5,8,11 ( as quatro constituem uma obra)
Ao fio dos Anos e das Horas nº 7, 8, 9, 15 (as quatro constituem uma obra)
Variações sobre um Tema Popular Português
Suite em homenagem a Bartok nº6
Suite em homenagem a Bartok nº7
Sonatas nº 1 , nº 2 ou nº3

Final
Sonata completa (Ed. Peters) - Haydn, Mozart ou Beethoven

Compositores Portugueses: uma ou mais obras da listagem que perfaçam até 20 minutos.

Observações

Todas as provas serão públicas.
A organização reserva-se o direito de registar imagens e/ou som de qualquer prova.
As provas deverão ser executadas de memória.
Se o Júri considerar conveniente poderá solicitar, em cada prova, que se execute de novo todas ou alguma das obras apresentadas.

4.Inscrição

As inscrições decorrerão até 23 de Abril de 2010.
Os participantes deverão enviar:
Boletim de inscrição preenchido;
Cheque no valor de 40 Euros, em nome de Câmara Municipal de Tomar;
Fotocópia do Bilhete de Identidade;
Fotografia tipo passe;
Documento comprovativo das habilitações (para o nível Médio e Superior).


5. Constituição do Júri e Organização do Concurso

Presidente e Directora Artística: Olga Prats.
Vogais: Miguel Henriques, Fausto Neves; Jaime Mota
Secretária Geral do Júri: Gláucia Leal.

Coordenador: António Luís Linhares Corvelo de Sousa
Auxiliar de Coordenação: Célia Carrasquinha

6. Concurso

A ordem de apresentação dos concorrentes será sorteada previamente.
Haverá pianos para estudo.
As eliminatórias e finais serão realizadas nos dias 14 a 16 de Maio de 2010.

No dia 16 de Maio realiza-se o Concerto dos Laureados (com programa a escolher pelo Júri) seguindo-se a distribuição dos Diplomas e Prémios.


7. Prémios

Nível Básico: A e B : Ofertas diversas de lojas de música.

Nível Médio: Primeiro Prémio: 800 Euros
Segundo Prémio: 400 Euros

Nível Superior: Primeiro Prémio: 1000 Euros
Segundo Prémio: 500 Euros

Melhor Intérprete de Lopes-Graça: 250 euros

O Primeiro Prémio não pode ser atribuído ex-aequo.
O Segundo Prémio não pode ser atribuído ex-aequo.

O Júri pode atribuir Menções Honrosas.
Serão atribuídos diplomas de Finalista.

Não poderão concorrer ao mesmo Nível os vencedores de edições anteriores deste Concurso.

8. Disposições Finais

O Júri pode suspender uma prova caso entenda que o concorrente não se encontra preparado.
As decisões do Júri são soberanas e delas não haverá recurso.
Todos os casos omissos no presente regulamento serão resolvidos de acordo com a organização deste Concurso.




Listagem de obras de Compositores Portugueses


Nível Básico A E B

Armando José Fernandes – Prelúdios 1 e 4.
António Fragoso – Três Peças do séc. XVIII
Canção e Dança Portuguesa
Dança Popular
Botelho Leitão – Arabesco, Adormecendo a Boneca (do Álbum para as crianças)
Carlos Seixas – Toccatas
Cláudio Carneiro - Paciências de Ana Maria (cada duas perfazem uma obra)
Constança Capdeville – Caixinha de Música
Frederico de Freitas – O Livro de Maria Frederica
Hernani Torres – Le Fileuse
Luís de Freitas Branco- Prelúdios
Tomás Borba – Folha de Álbum
Sérgio Azevedo - Bicharada op.26
Ludus op.29 - nºs 4, 5, 7, 9, 12, 14.

Nível Médio

António Vitorino de Almeida: Prelúdios nº 1, 3, 5
António Fragoso: Prelúdios nº2, 3, 4, 5, 6.
Armando José Fernandes: Prelúdios 2, 3, 4.
Cláudio Carneiro: Pavana – Minuete.
Fernando Correia de Oliveira - Estudo VII (dos "Estudos de Pequena Virtuosidade") (ed. Parnaso, Porto)
Francisco Lacerda: Papillons.
Frederico de Freitas: Dança para Piano.
Ciranda (ed. Schott)
Jorge Cronner de Vasconcellos: Três Tocatas a Carlos Seixas.
Scherzo
Luiz Costa: Roda o Vento nas Searas, Conto de Fadas, Prelúdio 2, 5, 7.
Cachoeiras da Serra (ed.Sassetti)
Luiz de Freitas Branco: Duas Danças, Prelúdios 1, 4, 7, 9, 11.
Óscar da Silva: Imagens opus 6 nº1 e nº 2 (perfazem uma obra).
Rey Colaço: Canção do Mondego, Fado nº 6, Canto Flamengo.
Sérgio Azevedo: 5 Peças Rústicas, 5 Retratos, IVa Sonatina Piccola.
Viana da Mota: Cenas Portuguesas- Chula, Valsa Caprichosa.


Nível Superior

António Vitorino de Almeida: Sonatina nº1, Tema e Variações op.1, Prelúdios nº9, 11 e 12 (os três perfazem uma obra).
António Fragoso: Prelúdios nº 1 e nº 7 (perfazem uma obra).
Armando José Fernandes: Cinco Prelúdios (perfazem uma obra).
Berta Alves de Sousa - Três Prelúdios (ed. Fermata, Porto)
Cláudio Carneiro: Jogos Florais.
Eduardo Patriarca - Três Mantras e Meditação (ed.AVA)
Filipe Pires - Três Bagatelas 0p.1
- Partita
Filipe de Sousa: Sonatina nº 1, Sonatina nº 2.

Francisco Lacerda: Sonatina.
João Pedro Oliveira - Pirâmides de Cristal (ed.Câmara de Matosinhos/Oficina Musical)

Jorge Cronner de Vasconcellos: Partita.
Jorge Peixinho: In folio. Para Constança.
Luís de Freitas Branco: Mirage ( as duas perfazem uma obra), Prelúdios (dos 15 dedicados a Viana da Mota), nº 2, 3, 5 e 6 (perfazem uma obra) e nº 8, 10 e 12 (perfazem uma obra).
Maria de Lurdes Martins: Grotesca.
Óscar da Silva: Imagem opus 6 nº 3, 4 e 5 (perfazem uma obra).
Viana da Mota: Cenas Portuguesas- Cantiga de Amor, Balada, Chula.
Sergio Azevedo: 24 Bagatelas.


9. Das obras a concurso

A organização poderá facultar as obras que o concorrente pretende apresentar a concurso, nas seguintes condições:

. Mediante a inscrição prévia no concurso;

. Mediante o envio de cheque no valor de 25 euros, acompanhado do título das obras que o aluno pretende apresentar no concurso. Neste caso, o valor entregue não será devolvido caso o interessado não concretize a inscrição.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009